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Nova Escola: “Nunca digo ‘não vou conseguir’, digo ‘vou tentar’”

Emílio Figueira, que também é psicólogo e teólogo, conta que estudar em uma escola pública regular fez toda a diferença em sua trajetória

Depoimento para: Bruna Tiussu
Tenho paralisia cerebral desde bebê e, desde pequeno, sou apaixonado por processos de criação. Encontrei no desenho e na escrita as primeiras formas de me expressar. Depois, vieram o teatro, o cinema, a pintura. Diante de minhas limitações físicas, nunca digo “não vou conseguir”, digo “vou tentar”. E faço do meu jeito. Estudar em uma escola pública regular fez toda a diferença. Fui recebido com carinho pelas crianças e estimulado por elas. Já publiquei 98 artigos científicos, 74 livros e dou palestras no Brasil todo sobre inclusão. Incluir não tem segredo, basta acolher com amor.
Emílio Figueira, jornalista, psicólogo e teólogo, 49 anos.

Crédito: Sidnei Lopes/Nova Escola
Link original da matéria clique aqui





Jornal O Dia: Os Existencialistas estão nadando de braçada na Inclusão!


 ONU estabeleceu, desde 1998, a data de 03 de dezembro como o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (PcD), com o objetivo de promover maior compreensão dos assuntos concernentes à elas e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas na vida política, social, econômica e cultural. Uma data para se falar em direitos. Mas também para se falar de atitudes!
Durante décadas a imagem da deficiência foi como um “espelho perturbador” à sociedade, incomodando por trazer à tona medos inconscientes, a impotência em reconhecermos nossas próprias deficiências e fragilidades, derrubando falsos conceitos que somos perfeitos, sensações de beleza. E muitos evitavam ficar de fronte delas justamente para não perturbá-los em seus egos fragilizados e inseguranças mais secretas.

Nos anos 1980 colocamos a cara na rua para lutar por nossos direitos e espaço na sociedade. Surgiria o conceito de Inclusão Social, uma grande revolução que abriu as portas de muitas casas de PcD, lançando-as pelas ruas rumo às infinitas possibilidades, atingindo campos e posições até então imagináveis à nossa classe.
Se antes as PcD poderiam ser um “espelho perturbador”, agora na Inclusão nossa imagem passou a se refletir de maneira positiva por temos o poder de adaptações em diversas situações. E a Inclusão nos trouxe vários desafios pessoais. Esse comportamento de superação nasce quando precisamos encontrar caminhos para coisas cotidianas. Com resultados positivos, alimentamos a autoestima indo para passos imagináveis.
Mas nem todas as PcD estão tendo as mesmas oportunidades. Isso envolve questões culturais e pessoais. Existem pessoas humildes em longínquos lugares, desconhecedoras de seus direitos e dos recursos existentes. Vítimas de péssimas políticas governamentais. Pessoas que não foram estimuladas a procurar melhoras, conformando-se com o seu próprio destino como se a vida fosse um fato consumado.
Por outro lado, por cinco décadas, encontrei muitas pessoas acomodadas. Fazendo de suas próprias deficiências muletas, vitimando-se, usando das justificativas desculpas onde o culpado sempre é o outro.
Há pessoas que vivem e há pessoas que são vividas pela vida, folhas secas que vão para onde o vento sopra. Tanto faz se são pessoas com ou sem deficiência. A melhor forma de ajudar essas pessoas, será apresentando-as aos seus direitos, fortalecendo suas autoestimas e os caminhos a serem trilhados.
Há duas formas de se viver. Os Essencialistas, acreditando que as coisas já estão pré-determinadas, que nascemos com uma essência que não vai mudar. E os Existencialistas, acreditando que nossa essência é construída com a possibilidade de ser, correm atrás de seus objetivos e sonhos, buscam oportunidades.
Certamente, os Existencialistas estão nadando de braçada na Inclusão!

Documentário Feito Em Guaraçaí Por Emílio Figueira, Ganha Projeção No Meio Educacional Paulistano


No último mês, o nosso amigo Emílio Figueira foi convidado para exibir em quase trinta escolas na capital paulista, seu documentário “Sementes de Minha Inclusão”. Promovendo debates logo após as apresentações com estudantes, educadores, além de participar de várias formações de professores da Prefeitura Municipal de São Paulo, só esta semana ele esteve em sete escolas.
“Toda história da humanidade ou de uma pessoa, teve um começo. Após vários anos pesquisando, escrevendo e falando sobre nós, pessoas com deficiência, resolvi fazer o caminho de volta. Fui atrás dos personagens que foram as sementes de minha Inclusão Social e Escolar nos anos 1980, dando-lhe voz aos amigos de minha infância inclusiva e aos personagens de minha inclusão escolar d uma época que nem se quer sonhávamos com a Educação Inclusiva!”, conta Figueira.

“Sementes de Minha Inclusão”, ao longo de seus vinte e um minutos, traz depoimentos de Carlos Alberto Silva Souza (Tripa), Dona Koty, Helton Luiz Tavoni, Lídia Caetano, Lígia Ester Folchi Mucci, Mário Flávio Berthola Nogueira (Maroca), Maurício Rogério Tavoni e Odair da Silva (Jiló).
Com roteiro, produção e direção de Emílio Figueira, o filme foi montado com o material do seu outro documentário “Noites Guaraçaienses – O Nascimento De Um Poeta!” de 2016. Ambos os filmes têm narração de Ana Luiza Figueira Ochiai, câmera e produção de Alan Rogério Moreli, Helton Luiz Tavoni e Sílvio Moreira.
O escritor e agora diretor Emílio, que já está trabalhando nas produções de mais dois filmes,  um documentário e um longa-metragem que ela revelou em primeira mão à Folha de Guaraçaí: “O filme será uma adaptação do meu romance Flores Entre Rochas – Quando a Educação Se Faz Pelo Amor! Terão alguns personagens inspirados em figuras guaraçaienses”.
Tanto “Sementes de Minha Inclusão” quanto o documentário “Noites Guaraçaienses – O Nascimento De Um Poeta!” podem ser assistidos livremente no YouTube.

REVISTA UNIVERSO DA INCLUSÃO – Edição 13


Amigos, é com alegria que estou na matéria de capa de atual edição da revista UNIVERSO DE INCLUSÃO: “Empatia & Respeito – Um guia para tratar pessoas com deficiência de maneira correta e sem preconceitos”. 






Educação E Tecnologias Que Incluem


Mais uma participação como entrevistado na mídia. Desta vez na Revista é Pauta Livre, foi publicada pela equipe de Jornalismo do Centro Universitários das Américas em Junho de 2019.






Ex-morador da região com paralisia cria projeto gratuito de inclusão




O acervo vai abordar temas como inclusão social, escolar e psicologia das pessoas com deficiência
Renata Juliotti* – Hojemais Araçatuba – 23/06/19 às 11h00
(Foto: Giselle Bonhen / Divulgação )
A temática da inclusão social de pessoas com deficiência tem recebido mais atenção da sociedade nos últimos anos e condições que eram pouco discutidas, como a PC (paralisia cerebral), têm seu espaço. Até mesmo nas telas o tema tem sido debatido, como a série “Special” da Netflix, baseada nas memórias de Ryan O’Connell, que produz e é protagonista da obra.
Segundo a ABN (Associação Brasileira de Neurologia), hoje existem cerca de 17 milhões de pessoas com paralisia cerebral no País, condição que traz alterações neurológicas permanentes e que comprometem o desenvolvimento motor e/ou cognitivo do paciente.

Da ficção para a vida real, um ex-morador da região, que tem PC, mostra que não existem limitações para conquistar a realização profissional e pessoal. Emílio Figueira, 50 anos, é autor de mais de 70 livros e quase 700 textos científicos.
Edição Impressa do jornal!

Andradina e Araçatuba também são cidades importantes na trajetória do autor, que se deslocava para realizar estudos e terapias. Anos depois, se tornou correspondente de jornalismo em um antigo jornal de Araçatuba, onde conquistou seu registro como jornalista (MTB). Aos 19 anos, se mudou para Bauru para estudar e iniciar a carreira científica na USP (Universidade de São Paulo).Nascido em São Paulo e criado em uma chácara em Guaraçaí (SP), o escritor possui graduação em jornalismo, psicologia e teologia, cinco pós-graduações e dois doutorados em psicanálise e teologia, além de ministrar cursos on-line de forma gratuita. Foi em Guaraçaí que ele iniciou a carreira como jornalista, chegando a ser responsável por um jornal da cidade.
Plataforma
Agora, ele está lançando o Acervo Inclusivo Emílio Figueira, um site de reportagens, crônicas, artigos científicos, monografias e mais de vinte livros para download gratuitos, que entrará no ar em agosto deste ano. Figueira também é responsável por um site (www.emiliofigueira.com.br), onde já treinou mais de 23 mil professores por meio de cursos gratuitos, defendendo e instruindo sobre a educação inclusiva.
Desde os anos 80, Emílio tem militado nas questões das pessoas com deficiência, inclusão social e educação inclusiva, através de pesquisas e produção científica. Desse trabalho, nasceu a principal teoria inclusiva que o pesquisador defende, o estímulo na infância.
Preconceito
O autor relata que já sofreu preconceito por sua condição, mas nunca se deixou abater por isso. “Sou tão focado em meus objetivos e projetos, que nunca liguei para esses atos. Mesmo porque o fruto do preconceito é a desinformação e o meu papel é justamente levar conhecimento à sociedade. Como sempre digo, não podemos impedir os preconceitos, mas podemos criar novos conceitos para substitui-los”.
Apesar das limitações da fala e dos movimentos causados pela condição, Figueira explica que sempre arrumou um “jeitinho” para fazer as coisas. “Às vezes nós mesmos nos autolimitamos; eu tinha um celular comum e temia mudar para um mais moderno e não conseguir usar por ser touch. No meu aniversário, ganhei um smartphone e em poucas horas eu já estava fazendo tudo nele, até digitando textos. O celular hoje é meu computador de mão. O melhor caminho para vencer nossos medos é enfrentá-los”, completa.
*Com supervisão de Manu Zambon

Com paralisia cerebral, ele começou colaborando com jornal em Guaraçaí e hoje tem mais de 50 livros publicados

No meio de tantos problemas, ainda brotam histórias inspiradoras como a de Emílio Figueira

Guaraçaí – 13/06/19 às 14h25
No meio de tantos problemas, ainda brotam histórias inspiradoras como a de Emílio Figueira. Lembrando o físico britânico Stephen Hawking, que tem uma acentuada limitação motora, Figueira é dono de uma produção intelectual e um currículo extenso. Duas graduações, cinco pós, dois doutorados, 53 livros, mais de 500 textos para jornais e revistas, 87 artigos científicos publicados no Brasil e exterior e uma capacidade de realizar várias atividades paralelas, que podem ser conhecidas em seu site pessoal.

Suas dificuldades de comunicação não o impede de ser uma pessoa expressiva e sorridente. Dono de sua própria filosofia de vida, Emílio diz: “Se uma pessoa nasce ou adquire uma deficiência, isso será uma fatalidade que ninguém pode mudar. Mas o importante mesmo, será o caminho que essa pessoa tomar. Ela pode se entregar à deficiência, passar a vida se lamentando e se escondendo, ou reagir, buscando uma vida cheia de possibilidades!”
Por uma falta de oxigenação no cérebro durante o seu parto em 1969, Figueira ficou com paralisia cerebral, uma deficiência que causa problemas de coordenação motora no andar, no movimentar e na fala. Fez longos e intensos tratamentos durante a década de 1970 na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), em São Paulo.
Precoce, desde muito cedo, Figueira teve uma queda pelas artes, produzindo entre os 2 e 5 anos de idade, inúmeros desenhos e pinturas. Alfabetizado aos 5 anos, aos 7 já escrevia seus primeiros poemas e contos. Aos 11, saia da casa de meus pais em São Paulo, indo morar com seus avós maternos em uma pequena cidade do interior paulista, chamada Guaraçaí, há 25 km de Andradina. Um ano depois escrevia reportagens para a “Folha de Guaraçaí”; aos 16, fazia o jornal praticamente sozinho, além de colaborar com outras publicações e rádios da região e, aos 18, formou-se em jornalismo técnico.
Hoje, aos 49 anos, Emílio tem uma rotina caseira. Passa os seus dias em sua residência no bairro da Casa Verde, na zona norte de São Paulo, onde em seu escritório escreve seus trabalhos digitando só com um dedo.
Referência em Educação Inclusiva no Brasil, autor de vários livros, consultorias para pedagogos e o MEC. Tornou-se professor de diversas disciplinas no sistema de educação a distância em algumas universidades brasileiras. Convidado para palestras, Emílio tem viajado por todo o país, sempre falando em escolas, universidades, instituições, seminários e congressos para muitas plateias de professores, pedagogos, psicólogos, profissionais em geral, público diverso, famílias e pessoas com deficiência.
Dono de uma vida cheia de experimentações, Emílio participa da Companhia Teatral Olhos de Dentro, no Teatro Ruth Escobar, em um curso de teatro voltado para pessoas com e sem deficiências. Apaixonado por esta experiência, declara: “Eu pensava que o máximo que poderia fazer era ser um autor ou divulgador teatral. Mas descobri que eu, mesmo com paralisia cerebral, e tantas outras pessoas com deficiências também somos capazes de atuar”.

Documentário “O Corpo (D)eficiente que Dança”

Amigos, quero muito indicar para vocês este lindo documentário que acabo de assistir e me emocionei muito pelos depoimentos, pela qualidade do trabalho e edição!
E me orgulho demais em ter duas participações falando neste trabalho de conclusão de curso de alunos de Graduação em Jornalismo da Universidade Anhembi-Morumbi, Sarah, Larissa e Léo. Vejam abaixo a ficha completa da equipe.
O documentário “O Corpo (D)eficiente que Dança” relata histórias de vida de pessoas que possuem deficiências variadas e encontraram na dança a eficiência do corpo perfeito no corpo diferente, afinal, a beleza está na diferença e é isso que o projeto mostra, a arte como instrumento de superação, excelência e estigma de vida.
Trabalho de Conclusão de Curso – Jornalismo/2018 Realizado por: Fernanda Godoy Geovanna Portante Larissa Seretti Leonardo Martins Sarah Américo Orientação Profa. Eliane Basso Universidade Anhembi Morumbi

EMÍLIO FIGUEIRA EM ENTREVISTA À TV USC EM 2003

Memória: Emílio Figueira em 2003 no programa “Grandes Entrevistas” da TV USC (Bauru), em companhia da amiga e sua professora na época, a psicóloga Dra. Maria de Lourdes Tabaquim, mediado pelo jornalista Luís Victorelli, seu parceiro do Setor de Comunicação no Centrinho da USP nos anos 1990.


Palestra “Conversando Com a Família Sobre Possibilidade!”


Abertura no Memorial da Inclusão da quarta edição da “Exposição Ita Vita – Fotografia, Arte e Inclusão”, em 16 de março. Idealizado pela fotógrafa Giselle Bohnen, esse projeto visa retratar crianças com vários tipos de deficiência com suas famílias e momentos felizes, usando a fotografia como quebra de estigmas e as imagens como um instrumento visual de inclusão.



Em seguida, em uma sala reservada, foi a minha palestra/depoimento, quando pude falar, mostrar por meio de um pequeno vídeo biográfico para umas trinta famílias sobre a minha história pessoal, como ocorreu minha inclusão, formação acadêmica e construção de meu espaço na sociedade, mesmo tendo tantos preconceitos e barreiras vencidas.

Intrinsecamente, falei de Educação Inclusiva. A criança com deficiência têm inúmeros ganhos ao ser incluída. Quando ela vê colegas sem deficiência fazendo algo, alguma tarefa ou brincadeira, ela os imitará, sendo estimulada em se superar em suas próprias limitações. As descobertas de suas possibilidades serão constantes. Estímulos que ela não teria se ficasse em uma instituição de crianças com deficiência semelhantes a sua. Eu vivi isso na pele quando fui transferido da AACD para um colégio público em 1981.
E se eu contei a minha história que começou em uma época distante com muitas exclusões sociais, hoje essas crianças estão começando a caminhar em uma sociedade com muitos pilares inclusivos. E certamente, lá no futuro, elas terão muitas histórias mais vitoriosas ainda para contar…

Jornal Lêaí: A educação é a melhor estrada para a inclusão


Matéria 17/02/2019





Abertura De Exposição Ita Vita Na Virada Inclusiva


Amigos, sábado, 01 de dezembro de 2018, foi um dia muito especial e marcante para mim. Foi abertura de mais uma exposição do Projeto Ita Vita, dentro da Virada Inclusiva, idealizado pela fotografa e minha querida amiga Giselle Bohnen. Vários textos da mostra são de minha autoria, vejam as fotos.
Houve também distribuição de exemplares da edição comemorativa dos 30 anos do meu primeiro livro “Noites Guaraçaienses”!
Realizado no jardim fantástico da Casa das Rosas na Av. Paulista e com curadoria de Valkiria Iacocca, a exposição vai até 06 de janeiro. 










Estarei na segunda edição da Exposição Ita Vita


Matéria 18/11/2018
Amigos, é com alegria que quero convidá-los para esta exposição. Eu faço parte com algumas poesias e textos de minha autoria e no dia da abertura dentro da Virada Inclusiva serão sorteados exemplares de meus livros.
A segunda edição da Exposição Ita Vita, resultado de um projeto fotográfico social com crianças e jovens com deficiência na cidade de São Paulo. A mostra tem como objetivo promover o diálogo sobre a inclusão social e todas as questões inerentes ao tema. Ao expor o mundo de superação, afeto e vivências que rodeiam a vida de crianças com deficiência, revela as diferenças como algo natural e enriquecedor.

Alunos do Colégio Novo Tempo Reproduzem Meus Quadros!


Ontem, durante a EXPO 2018 do Colégio NOVO TEMPO, um dos painéis foi em minha homenagem. Alunos do quarto ano reproduziram vários dos meus quadros.
Confesso que foi uma das mais lindas emoções de minha carreira. Nem tenho palavras para agradecer tamanho carinho. As imagens das fotos falam por si!!!






Gravação Para Um Documentário Sobre “A Inclusão Por Meio da Dança”

Valeu pessoal pelo carinho da equipe do documentário!!!
 



Série Especial: Iniciativas Inspiradoras de Inclusão – Pessoas com Paralisia Cerebral

Ficou linda, abordou o tema inclusão e paralisia cerebral de forma leve, positiva, dando esperança a muitas pessoas que estão buscando caminhos inclusivos, tantos as pessoas com deficiência, quanto familiares, profissionais e voluntários. A matéria abordou todos os lados.
Quero agradecer de coração toda a equipe pela matéria!!!