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EDUCAÇÃO INCLUSIVA – COMO ELABORAR MONOGRAFIAS

FAZER UMA MONOGRAFIA É NÃO TER MEDO DE ERRAR!

Ao longo dos últimos anos e, principalmente quase todos os dias, recebo mensagens de pessoas me pedindo ajuda ou orientação na elaboração de suas monografias, TCCs e outros trabalhos acadêmicos dentro do universo da Educação Inclusiva e/ou das questões que envolvem as pessoas com deficiência.

A minha vontade sempre foi atender a todos. Mas pelo alto número de pedidos e por causa da minha própria deficiência, paralisia cerebral, que me permite digitar só com um dedo em um tempo mais lento, isso não é possível. Mesmo porque meus cursos gratuitos em Educação Inclusiva já passam de mais de vinte mil pessoas em todo o país e exterior, o que aumenta consideravelmente esses pedidos de ajuda.

Sugestões De Temas Gerais Para Monografias

Em minha pesquisa para elaborar este livro um dos tópicos principais a que apareceu foi a dificuldade das pessoas em encontrar um tema específico em Educação Inclusiva para desenvolver seus trabalhos científicos, É o que em ciência nós chamamos de recorte científico.

Neste primeiro capítulo apresentarei vários pontos do universo da Educação Inclusiva. Você poderá escolher um desses pontos para desenvolver o seu trabalho acadêmico.


Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?

Aos olhos da lei, essa questão não existe – todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.

Temas Dentro Da Pedagogia Diferenciada

Neste capítulo vou lhe apresentar de forma geral e sucinta a Pedagogia Diferenciada. Dentro desse universo você poderá encontrar vários pontos, escolhendo um para desenvolver em sua monografia.

 Em Educação Inclusiva, o professor, como mediador desse processo inclusivo, precisa conhecer de perto seus alunos, familiarizando-se com as estratégias cognitivas aplicadas por eles na resolução de situações-problema. Dessa forma, poderá ajudá-los, por meio de constantes questionamentos, a elaborar hipóteses que os aproximem cada vez mais da formalização das noções e conceitos trabalhados.

No fazer pedagógico precisa contar com a exploração de temas transversais e a integração entre as diversas disciplinas: ao exercício da cidadania, à aceitação das diferenças e ao desenvolvimento do sentimento de pertinência à nação brasileira.

A Lei Brasileira De Inclusão Como Fonte De Temas


Como uma proposta de temas para o seu trabalho científico, tomo a liberdade de reproduzir abaixo o capítulo que fala especificamente sobre Educação na LBI. Dentro destes tópicos há vários pontos que poderão render bons temas. Inclusive a análise comentada do capítulo em sua integra.

Em vigor desde 2016, a lei federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão (LBI) tramitou pelo Congresso Nacional desde 2003 e sofreu diversas transformações até ser aprovada. Entre os avanços apresentados na lei, está o auxílio inclusão para trabalhadores com deficiência que exerçam atividade remunerada, a liberação de recursos do FGTS para aquisição de órteses e próteses e a proibição aos planos de saúde de praticarem qualquer tipo de discriminação em razão de sua deficiência.

No campo da mobilidade, ficam reservadas 2% das vagas em estacionamentos e 10% dos veículos de locadoras de automóveis deverão ser adaptados para motoristas com deficiência.

Escolhendo A Linha De Sua Pesquisa Acadêmica

Todo trabalho acadêmico ou monografia deverá ter bem definida em sua metodologia uma linha de pesquisa a ser delineada e seguida para se atingir o resultado final. Neste capítulo eu irei lhe apresentar as principais linhas de pesquisas para que você defina a qual melhor possa ser utilizada em seu projeto

A pesquisa acadêmica é realizada no âmbito da academia (universidade, faculdade ou outra instituição de ensino superior), conduzida por pesquisadores que comumente são docentes, estudantes universitários e pesquisadores independentes.

Sendo um dos três pilares da atividade universitária, junto com o ensino e a extensão, tem por meta produzir conhecimento para uma disciplina acadêmica, bem como investigações relacionadas à prática dos processos de ensino-aprendizado, visando também a relacionar os aspectos objetivos e subjetivos da realidade que envolve o objeto a ser pesquisado.

Elaborando Um Projeto De Pesquisa

Muitas vezes, antes da elaboração de um trabalho de conclusão de curso, monografia de pós-graduação, dissertação de mestrado ou tese de doutorado, precisará ser elaborado um projeto de pesquisa, que definirá e orientará os rumos tomados pelo pesquisador, contendo as questões de estudo e a metodologia a ser empregada.

Seguir os passos traçados em seu projeto de pesquisa evita o desperdício de tempo e diminui o custo elevado do projeto. E como eu sempre digo, “quem planeja mais, cansa mesmo!”.

O projeto responderá algumas perguntas:

O que pesquisar? (tema)
Por que pesquisar? (justificativa)
Para que pesquisar? (objetivos)
Como pesquisar? (metodologia)
Quando pesquisar? (cronograma)
Por quem? (sujeito)

Acervo Bibliográfico Sobre Educação Inclusiva

Há vários sites e portais que oferecem bons e confiáveis artigos científicos para serem utilizados e referenciados em seu projeto de pesquisa e/ou monografia. Abaixo estou listo os principais.

 Para realizar seu levantamento bibliográfico, entre em cada um deles e digite nos campos de pesquisa do site palavras-chaves como educação inclusiva, inclusão, escola inclusiva, alunos inclusivos, dentre outras de acordo com o seu tema.


GOOGLE ACADÊMICO

O Google sempre busca inovações, e uma de suas ferramentas é a parte acadêmica. Nele as pessoas podem encontrar trabalhos feitos, artigos científicos, teses, resumos e até mesmo livros. O serviço é gratuito, você pode acessar tudo sem nenhum tipo de problema. Mas em alguns casos só é possível fazer downloads caso esteja conectado em uma conta do Google, o que é simples de resolver.

Acesse: https://scholar.google.com.br/

Fontes Sobre A História Da Pessoa Com Deficiência No Brasil

Revisões históricas sobre a Educação Inclusiva e/ou pessoas com deficiência estão presentes em praticamente todos os trabalhos científicos nesta área. Então fiz uma seleção das cinco principais obras neste segmento.


“CAMINHANDO EM SILÊNCIO – UMA INTRODUÇÃO À TRAJETÓRIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NA HISTÓRIA DO BRASIL”

 Escrita por Emílio Figueira e lançado em 2008 pela Giz Editorial, neste momento quando o tema Inclusão Social e Escolar estar em voga, “Caminhando em Silêncio” traça em suas 184 páginas o percurso das pessoas com deficiência na História do Brasil, dividido em quatro Unidades e treze Capítulos.

Na primeira, o leitor encontrará a política de exclusão entre nossos indígenas, o assistencialismo dos Jesuítas, a violência gerando deficiência entre os escravos, medicina, hospitais e reabilitação e o estabelecimento da cultura “deficiência associada à doença”.

Como Escrever Bem E Com Mais Facilidade

A PERDA DO MEDO DE ESCREVER

Muitos, ao ter que redigir seus trabalhos, encontram dificuldades no ato de escrever. Isto porque nem todos estão habituados com a escrita em seu dia a dia. O que proponho neste capítulo é uma reflexão para ter mais segurança durante a sua redação.


A linguagem escrita está cada vez mais presente nos dias atuais; uma tarefa que deixou de ser um privilégio somente daqueles que vivem da escrita, mas com as novas tecnologias, ela é uma necessidade para se redigir e-mais, relatórios, dentre outros documentos para pessoas que atuam em qualquer função, cargos de responsabilidades e posição social, meio científico e educacional.

Escrever é uma arte, como muitos dizem; mas também não é nenhum bicho de sete cabeças. Para começarmos escrever um texto, o primeiro passo que temos que dar é perder o medo. Muitas pessoas sentem medo de falar normalmente em sua vida comum, temendo muito mais ainda ter que escrever algo. Esse medo está presente desde o ato de escrever uma simples carta a um parente ou à pessoa íntima e amiga, até ter que redigir algum relatório ou trabalhos técnicos ou científicos relacionados com nossas atividades diárias. Esse medo que impede as pessoas de aproveitar a oportunidade de aprender alguns dos mecanismos de escrever bem e se tornarem grandes escritores.

A Dissertação E Sua Estrutura

O que veremos neste capítulo é uma revisão do que estudávamos na época da escola. Mas nunca é demais recordar, pois a dissertação é o estilo predominante em qualquer redação científica.

Há três tipos de redação: a narração, a descrição e a dissertação. Quando narramos, trabalhamos com fatos, enquanto a descrição trabalha com imagens. Elas são consideradas verdadeiras, uma vez que conduzem o leitor a acreditar honestamente no que se está lendo. Mas será a dissertação que é a principal linguagem que usaremos para escrever nossos trabalhos científicos, uma vez em que ela sempre levanta o problema da verdade, discutindo e argumentando sobre ele.

Ela envolve conceitos, que começamos a reconhecê-los como verdadeiros na medida em que nos provem solidamente o seu valor, uma vez que a dissertação já se realiza no plano das ideias, do conhecimento, das abstrações. Dissertar é realizar um trabalho reflexivo que consiste, basicamente, em organizar as ideias numa determinada linha de raciocínio por meio da linguagem verbal para expor, defender ou contestar ideias, utilizando o chamado discurso dissertativo.

A Estrutura De Trabalhos Científicos – Monografias e Artigos Científicos

A ESTRUTURA PADRÃO DE UMA MONOGRAFIA

Monografia é um trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado ou tese de doutorado, que se destina a estudar um assunto em específico, normalmente apresentada como um trabalho de conclusão de curso de graduação e pós-graduação.


Etimologicamente, a palavra “monografia” vem do grego monos, que significa “única”, e graphein, que quer dizer “escrita”. Ou seja, “monografia” significa literalmente “escrita única”, mas que é compreendida academicamente como um tipo de trabalho escrito que está relacionado com a unicidade de um problema; um único contexto sobre determinada área do conhecimento.

A monografia tem como principal objetivo reunir informações, análises e interpretações científicas que agreguem valor relevante e original à ciência, dentro de um determinado ramo, assunto, abordagem ou problemática.

Uma monografia pode ser dividida ou classificada em duas partes: lato e estrito. O sentido estrito da monografia refere-se a uma tese em si, ou seja, um trabalho científico voltado para a contribuição e crescimento do estudo de determinada área de pesquisa ou ciência. Já o significado do lato refere-se a produção de material científico de primeira mão, mas que não precisa ser necessariamente caracterizado como uma tese. Envolve também dissertações de mestrado, informes científicos, college papers ou mesmo monografias de graduação.



A ESTRUTURA

Mas vamos dar uma olhada da estrutura básica de uma monográfia, sem no entanto, nos aprofundarmos:



1)  FOLHA DE ROSTO

Contém o título do trabalho, nome da instituição onde trabalhamos ou estudamos, o nome completo do(o) autor(es), grau pleiteado, mês e ano. Porém, a ordem desses dados variam em cada instituição.



2) PÁGINA DE APROVAÇÃO

Se for uma monografia já concluída e defendida, como uma tese por exemplo, ela receberá uma Página de Aprovação, contendo o titulo da instituição, o título da dissertação, data da aprovação e a assinatura de todos os membros da bancada examinadora. Não é nossa função criá-la, sendo fornecida pela instituição e não recebe numeração de página.



3) PÁGINA DE AGRDECIMENTO

Fica à critério de cada autor, após a conclusão do trabalho, podemos mencionar e agradecer às instituições, pessoas, etc, que ajudaram em nosso trabalho.



4) SUMÁRIO

Será onde escreveremos os títulos de cada capítulo com o respectivo número de sua página, assim como as folhas que antecedem.



5) ÍNDICE

É onde vamos especificar os pontos principais de nossa dissertação, tais como, objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Dependendo de cada instituição, podendo ser entre 500 a 700 palavras.



6) LISTAS DE TABELAS, DE QUADROS, DE FIGURAS E DE ANEXOS

Todas essas informações com os seus números de páginas, serão especificadas em uma folha separada logo após o índice principal.



7) CAPÍTULO I. O PROBLEMA

Começaremos a escrever a monografia, sendo que esse primeiro capítulo conterá introdução, formulação da situação-problema, objetivo do estudo, perguntas a serem respondidas, pressupostos conceituais, fundamentação teórica, formulação de hipóteses, importância e justificativa do estudo, definição dos termos, amplitude e delimitação de estudo e organização do restante da dissertação.



8) CAPÍTULO II. REVISÃO DA LITERATURA

Apresentação das obras e autores consultados (ou que consultaremos) na elaboração de nosso trabalho, destacando-se o que de importante apresentam, dando também, um suporte bibliográfico ao estudo.



9)CAPÍTULO III. METODOLOGIA OU PROCEDIMENTO METODOLÓGICO

Poderemos iniciar com uma visão geral introdutória, sendo opcional. Em seguida descriminaremos a metodologia, ou estratégia da pesquisa, podendo ser bibliográfica, documental, estudo de caso, pesquisa-ação, dentre outras. O capítulo conterá planejamento da pesquisa, seleção de sujeitos, tratamento experimental, instrumentação, tratamento estratégico, pressuposto metodológicos e limitações.



10) CAPÍTULO IV. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Nesse capítulo é estruturado em seções cujos títulos correspondem a cada pergunta levantada ou hipótese formuladas. Resultados de estudos empíricos são apresentados em tabelas.



11) CAPÍTULO V. SUMÁRIO, CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

No sumário desenvolveremos um breve relato do conteúdo e resultados dos três primeiros capítulos. Nas conclusões serão formuladas a partir dos resultados da pesquisa. E nas recomendações, ofereceremos sugestões práticas, visando implementar os resultados, ou para pesquisas adicionais.



12) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Segue o padrão e regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.



13) ANEXOS

No final da monografia, colocaremos os anexos podendo ser tabelas com dados suplementares, leis ou pareceres de suporte para o nosso estudo e outros documentos importantes quando de difícil acesso, citações muito longas e outras coisas que acharmos interessantes e/ou necessário anexar.



O ARTIGO CIENTÍFICO
 Sem sombra de dúvidas, outro tipo de texto também muito requisitado e/ou produzido em trabalhos de conclusão de cursos são os artigos científicos, pequenos estudos, porém completos, tratando de questão unicamente científica.



Não constituindo em texto para livro, são escritos para serem publicados em revistas do meio acadêmico e técnico ou periódicos da mesma natureza.

Ele surgiu para preencher uma necessidade de rápida divulgação. Sempre quando concluímos um trabalho de pesquisa, seja ela documental, bibliográfica ou de campo, o nosso desejo é que os resultados seja conhecidos. Para isso, o melhor caminho será publicar tais resultados e, por isso, escrevemos os artigos, visando a sua maior divulgação.

A estrutura de um artigo científico segue basicamente a seguinte formação:



                1) PRELIMINARES

a) Cabeçalho – título (e subtítulo) do trabalho
b) Autor(es)
c) Credenciais do(s) autor(es)
d) Local de atividades


                2) SINOPSE

Breve resumo do todo o artigo



                3) CORPO DO ARTIGO

a) introdução – apresentação do assunto, objetivo, metodologia, limitações e proposição.
b) Texto – exposição, explicação e demonstração do material, avaliando os resultados e comparação com obras anteriores.
c) Comentários e Conclusões – dedução lógica, baseada e fundamentada no texto, de forma resumida


                4) RARTE REFERENCIAL

a) Bibliografia
b) Apêndices ou anexos (quando houver necessidade
c) Agradecimentos
d) Data – importante para salvaguardar a responsabilidade de quem escreve um artigo científico, em face da rápida evolução da ciência e da tecnológica e demora de certas editoras na publicação de trabalhos.
O conteúdo de um artigo científico pode abranger os mais variados aspectos e, em geral, apresenta temas atuais, diferentes. Simplificam:

a) versar sobre um estudo pessoal, uma descoberta, ou dar um enfoque contrário ao já conhecido;
b) oferecer soluções para questões controvertidas;
c) levar ao conhecimento do público intelectual ou especializado no assunto ideias novas, para sondagem de opiniões ou atualização de informes;
d) abordar aspectos secundários, levantados em alguma pesquisa, mas que não seriam utilizados na mesma.
O estabelecimento de um esquema para expor de maneira lógica, sistemática, os diferentes itens do assunto, evita repetições ou omissões ao longo da dissertação. O público a que se destina o artigo precisa ser levado em consideração. Isto pode ser mais ou menos previsto, conhecendo-se de antemão a natureza da revista, seja ela científica, didática, de divulgação.

Associação Brasileira De Normas Técnicas – ABNT

Considerando que grande parte das universidades se utilizam das normas são usadas internacionalmente, reguladas no Brasil pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, será este assunto abordado de maneira sucinta neste Capítulo.


Ao formatar o seu trabalho acadêmico é importante que você se atente para as normas as normas adotadas pela sua faculdade ou universidade.

Mas é fato dizer que quando o conhecimento científico está dentro das normas técnicas, ele indica confiabilidade e segurança, normatizando e permitindo organizar as informações e estruturá-las dentro de um trabalho, principalmente o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

As normas da ABNT 2016 tem como importância nos trabalhos de pesquisa e de conclusões criar uma uniformidade, ou seja, um padrão que é facilmente compreendido por pesquisadores de todo o mundo.

A ABNT é uma associação privada, sem fins lucrativos, que foi fundada em 1940 e tem, por objetivo, a normalização técnica do Brasil. Por ser uma entidade privada, a adequação de trabalhos acadêmicos e científicos, quanto às normas propostas pela ABNT, é facultativa e cabe a instituição de ensino decidir se irá adotá-la ou não.

Caminhos Para Publicação

Grande parte das pessoas, quando terminam e têm os seus trabalhos aprovados, dão a missão por terminada. Mas alguns podem ter o desejo de publicá-los. Então, como um material complementar, resolvi incluir estes dois capítulos para àqueles que queiram ter uma noção geral dos caminhos para publicação, sobretudo, em livros.

No mercado editorial, várias regras são estabelecidas, uma que já se sabe que o leitor compra o que quer, quando quer e tem muitas outras alternativas de entretenimento. Por isto, os distribuidores e livreiros compram apenas os títulos que desejam e os expõem do modo que acham apropriados para interessar seus clientes.

As editoras aceitam os originais que acham melhores e de acordo com seus ideais e práticas comerciais, selecionando obras que julguem comerciais, obedecendo os seguintes princípios: